16 junho 2012

Um Casal em Paris.

   Semana passada viajei para dar seguimento a uma pesquisa que venho realizando, sobre meu tema preferido: possibilidade de libertação, de pacientes com sofrimento mental, das instituições fechadas. Tema bem abrangente, que um dia contarei no detalhe. Nessa viagem, conheci diversas pessoas que foram do Rio, e eu de São Paulo, com a mesma finalidade. Entre eles estava um casal, lindo: Jacqueline e Daniel . De beleza física- ela uma loura magrinha, de corpo perfeito, mignon e fofézima, além de naturalmente charmosa. Ele um moço alto, corpo evidentemente trabalhado nas academias da vida. Forte, protetor, apaixonado. Estágiário ( hoje psicólogo, dos bons)  de uma clínica onde ela é terapeuta. 9 anos de diferença de idade: ele com 21, ela com 30 anos. 9 anos que simplesmente não fazem a mínima diferença entre esses dois. Sem maiores questionamentos. Amém.

É Amém mesmo, por que já cansou esse assunto de mulheres terem que ser mais jovens que os homens, para que eles se sintam fortes, machos, viris. E elas,  protegidas, delicadas, mimadas. O que eu vi ali, foi um homem- bem maduro para a idade aliás, e uma mulher, bem delicada, inteligente, cheia de sabedoria e encantamento por seu namorado. Uma paixão só.

Comemorei com eles, cada momento dessa convivência tão enriquecedora de conhecimento humano, brindado ainda por cima com um amor florescente. Bonito ver um paixão que dá certeza de que será amor não é? Como ver uma criança crescendo bem alimentada e educada e saber que se tornará um adulto inteiro. Como dois e dois são quatro. Sem maiores questionamentos.
                                           
                                             
 E me perguntei: por que a gente complica tanto? Adia tanto as possibilidades de momentos felizes, medindo, analisando, questionando na minúcia se pode ou não dar certo, se vale ou não o investimento. se a sociedade aceita, combate, rejeita ou o que? Vejo mulheres lindas, com namorados dois anos mais jovens, e um medo desse tempinho de nada. Quanta insegurança ainda. Quanto medo de serem deixadas por um modelito mais novo.

Sociedade capitalista cruel, espécie -humana- chegada à depressão. Ao mesmo tempo quando surge o novo, o belo, a harmonia, o amor em forma de casal sem neurose brochante a gente pensa: é, ainda temos chance, podemos dar certo apesar de seres culturamente moldados pela educação dos pais, pelas agruras do modelo social e economico vigentes. Podemos dar certo por que somos criativos, inovadores, capazes de superar, inventivos quanto aos padrões de felicidade. Somos demais, vivamos nós. E viva a gente!

Nessa blogagem coletiva sobre "questionamento", proponho menos questionamentos e mais esperança, mais fé na vida, em si mesmo, e menos crendices em fórmulas mágicas e ultrapassadas de viver. Vamos em frente que ... atrás vem gente. E se não vier, mesmo assim sigamos o nosso caminho com mais vontade de chegar lá. Beijos queridas e queridos.

                                          
Obrigada Luma de Moraes, prefeita da blogosfera, por essa oportunidade de mais uma blogagem coletiva tranquila, sem neuras, sem engessamento. Tudo de bom como sempre, com esse modelo de blogueira que é nossa querida Lumitcha. ( Esse post -o meu- faz parte da Blogagem Coletiva Amor Aos Pedaços- tema: questionamentos)

Foto encontrada no site Noivas. Net ( meu blog é sem fins lucrativos, e caso queira, posso retirar a imagem que peguei emprestada. Grata pelo empréstimo)

32 comentários:

  1. acho tão tênue o q é problema mental, neurose ou ser humano. se tudo não se mistura. há um filme, tom e viv, sobre o poeta tom elliot, q internou sua mulher em um manicômio. e tb no irã, onde muitos maridos pra poderem trocar de esposas, a acusam de adultério e mandam q as prendam. enfim, loucas seriam elas? enfim, é cultura do país, mas difícil de aceitar. beijos, pedrita

    ResponderExcluir
  2. J li sobre isso tb, canalhice pura, homem internar a mulher para trocar por outra. Mas no fundo é canalhice internar a maioria das pessoas, esse é o ponto. Bjos

    ResponderExcluir
  3. Camille,
    Sua proposta é justa e pertinente, também acho que muitas vezes não há que se questionar, apenas agir, sentir o mundo, a vida.
    um grande abraço, carioca

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigada querida Beth,
      Questionar é tb refletir sobre o por que de tanto.
      Beijao

      Excluir
  4. Camille querida,
    Não precisa publicar este comumente, mas é só pra lhe dizer que li, não publiquei e espero que você resolva aquele problema dentro da melhor forma possível, entendo como de e estar aflita para isso.
    Esta situação que relatou por lá, tem tudo a ver com o contexto do tema que abordei, mas acho que é muito particular também e eu muito isso.
    Beijos e bom domingo

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Querida, obrigada por me atender e nao publicar. Eu queria mesmo conversar sobre o assunto e nao expor situações que as vezes precisam ser resolvidas de forma ate judicial. Eu sinceramente nao sei onde vai parar o ensino no Brasil. A publica é ruim, mas vamos olhar as privadas tb...Bjao e boa semana!

      Excluir
  5. Camille, belo post. Por que a gente complica as coisas? Ser humano parece que gosta de sofrer. Big Beijos

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Nao é? E quando a gente ve gente linda, da um prazer enorrrrme... Bjao Lulu, boa semana!

      Excluir
  6. Camille, minha vez de te fazer uma visita :) Gostei demais do seu texto, acho saudável questionar, mas sem que isso o impeça de viver. A Luma é mesmo a prefeita da blogosfera! Uma pessoa adorável que agrega e multiplica, assim como as outras organizadoras da blogagem :) Linda participação, um beijo!
    PS: seu cantinho também é lindo, vou passear por aqui :)

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi Adri,
      Sou muito fã da Luma, e quando sou fã eu alardeio mesmo. São muitos anos de constancia dessa amizade virtual. E eu prezo isso. Assim como prezo o zelo que ela tem pela blogosfera. E por cada blogueiro em particular. Fora o talento para abordar cada tema em seu proprio blog.
      Obrigada por ter vindo me visitar. Um grande beijo,
      Cam

      Excluir
    2. Caraca! Me fez chorar <3 Você é um docinho!!
      Cam, eu não tenho esses preconceitos quanto a idade dos casais, pois a idade cronológica é apenas mais um parâmetro que a sociedade impôs. No passado, quando essa cronometragem não existia, homens e mulheres se amavam sem preocupação. Lógico, todo mundo morria cedo! Viu? Mais um motivo para viver o momento, a gente nunca sabe o que vai acontecer amanhã. Bem, outra coisa, a minha mãe era mais velha que meu pai 15 anos e ela casou com ele em 1960. Ela tinha 35 anos e ele 20. Minha mãe teve o primeiro filho com 40 anos e eu sua rapinha de tacho quando ela tinha 58 anos. Minha mãe venceu muitos obstáculos enquanto viveu e sei que passou por muitos questionamentos antes de tomar suas decisões. Ela não se importava quando meus colegas de escola, achavam que ela era a minha avó. Foi a mulher mais linda e inteligente que conheci, justo porque nunca aceitou o imposto.
      Somente agora estou conseguindo visitar os blogues participantes da blogagem coletiva e explico os motivos na postagem de chamada para a 5ª e última fase da coletiva. Acho que também vai explicar por que ainda não te mandei um email. O tempo anda curto por aqui. Me aguarde!! Beijus,

      Excluir
    3. Querida Luma,
      Encontrei esse comentario aqui agora, no começo de 2013, e adorei.
      Sua mãe deve ter sido uma mulher espetacular. Nao conhecia essa historia da sua vida. Seu pai é vivo ainda? Enfim, voce teve um otimo exemplo de viver a vida sem se ligar nas invenções da cultura vigente.
      Um grande beijo e obrigada por tudo.
      Feliz 2013 para voce, embora acredite que jamais lerá essa resposta tão distante do dia em que voce escreveu esse comentario.
      Muitos beijos,
      Cam

      Excluir
  7. Excelente postagem. Adorei.
    Um abraço

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigada Elvira, voce é uma fofa. Bjao

      Excluir
  8. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  9. Que lindo texto! Que sensibilidade incrível a sua! Obrigada!!!!
    Jac Loeser

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Querida Jacque,
      Muito obrigada por ter vindo ler e comentar.
      Conheço alguns muitos casais com diferença de idade até muito maior. Meu primo- de minha mae- é casado há 30 anos com uma mulher 16 anos+ e sao extremamente felizes. Já são avós e tudo. Mas vejo um mooonnnte de gente medindo de muitas maneiras infernais suas possibilidades de felicidade ante a qualquer diferença: desde religiosa, social, qualquer coisa é motivo.
      Por isso achei aquele casal de Paris tão especial: irradiam felicidade. Moça lindissima, bacana, um show de namorada como ouvi o moço dizer. E ele, humano, moderno, antenado, apesar de sua pouca idade e principalmente, conhecedor do que é uma uma mulher de verdade. Amei. Você bacana do jeito que é. adoraia conhece-los... Bjao e boa semana!

      Excluir
  10. Oi, Cam.

    Muitas histórias para contar inspiradas pela viagem, imagino. Sua mente deve trabalhar em expediente extra de madrugada, sem que vc perceba. Quando viajamos são muito estímulos e cada olhar é um pensamento que se descortina, uma divagação.

    Há muitos questionamentos dentro da relação a dois, nunca acabam... Aliás, coisinha difícil o tal do casamento, haja saúde mental! Tem que cuidar da saúde física, pra garantir a mental, depois tem que cuidar dos sentimentos e mais disso e daquilo. Tem horas que ninguém quer cuidar de nada e só espera que o outro entenda... E não é que tem uns que entendem? rs!

    Ah, um ponto muito apreciado por mim no seu texto: as "agruras do modelo social e economico vigentes", essa é a verdadeira escravidão. É preciso olhar o exterior entre as grades e perceber que nem elas sequer existem. Depois correr rumo a liberdade e se soltar... Mas isso é teoria, na prática não faço nada e alimento a insegurança, assim muitas.

    Bjs,

    Michelle

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Deixe de coisa dona Michelle, voce é destemida. Ve-se pela segurança nos textos que escreve. E nao no conteudo apenas, na forma, no ritmmo, voce nao me engana. Hehehehe. Quanto aos questionamentos, viu la na "rede social" minha foto pensativa aos 19,20? Pois é. Meu nome é questionamento,por isso adoro ver quem vive com menos dessa coisa de doido. Por que a vida passa, a gente questionando ou nao. As relações a dois acabam, os questionamentos, nao. Vê se eu devia estar escrevendo isso aqui! Descobrir onde estão nossas amarras é a liberdade que temos. Realmente, os maiores muros, sao os invisiveis. E por isso mesmo, podemos supera-los e enxergar para além deles. Bjos querida e boa semana!

      Excluir
  11. Ps: Minha mente esta em expediente extra sim, acertou. Mas estou dormindo bem, deve ser em sonho, parte. Durante o dia- tenho que entregar trabalhos, estudar para as provas da Anna- tomar materia. Sao justo agora, uma atras da outra. Enfim... E pensando na meia volta em termos de sentido que a minha cabeça deu ao conhecer a tal da clinica... e as agruras do capitalismo tb por la.. Bjos:)

    ResponderExcluir
  12. Falou tudo, Camille...

    Não gosto dessas regras impostas por poucos, querendo ditar o que devemos ou não fazer com nossa vida e nosso sentimento. Quebro todas as regras... sempre fui assim.
    Preconceito mais besta esse, e o pior, o medo de ser feliz e incomodar quem está perto... já vi muito isso. Infelizmente é assim pra alguns...

    Beijos, querida!!!
    Linda!!!!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Você ja viu muita coisa nao é dona CLARA? Garota esperta. Tb nao gosto de tantos preconceitos , inibiçoes, regras malucas. Bom saber que voce tb não é assim. Bjao e boa semana,
      Cam
      Ah, de onde voce estava me escrevendo hoje hein? Achei incrivel, eu no youtube procurando uns videos e de repente voce começa a falar comigo, heheheheh. Magica!

      Excluir
  13. Pois é, Camille, o ser humano é extremamente hábil na tarefa de criar empecilhos à sua própria felicidade. Lamentavelmente por injunções de natureza social e cultural, não são poucos os homens e as mulheres que não se permitem viver em sua plenitude as delícias da paixão (e também suas eventuais dores, que machucam mas também ensinam e nos preparam para um novo amor). Fazer o quê? De minha parte, recomendo a a canção de Vinicius (um entendido no assunto) e Toquinho:

    Venha se perder nesse turbilhão.
    Não se esqueça de fazer
    Tudo o que pedir esse seu coração.

    Tem muita gente que só vive pra pensar;
    Existe aquele que não pensa pra viver.
    Eu, por exemplo, na paixão,
    Mesmo que tenha que sofrer,
    Eu abro o jogo e o coração
    E deixo o meu barco correr.

    Tem muita gente que não quer se complicar;
    Existe aquele que não perde a sua fé.
    Eu, por exemplo, meu amigo,
    Pelo amor de uma mulher,
    Eu viro a cara pro perigo
    E seja lá o que Deus quiser.

    ***
    Ah, Paris, Paris, sempre Paris, a festa móvel... Dizem que a Cidade ds Luzes fica excepcionalmente bela na primaveera, sendo propícia para encontros e descobertas de casais enamorados, como parece ser o caso da dupla carioca que despertou a tua atenção. Na verdade a paixão é sempre um sentimento admirável, bonito sentir, nem que seja nos outros, independente da estação do ano. Se eu fosse um exagerado como o Nelson Rodrigues, diria que para os apaixonados todos os dias são primaveris.
    Paris, na minha imaginação, é o refúgio dos apaixonados e dos escritores. Não encontraste Rick Blaine e Ilse Lundt passeando na rive gauche? Hemingway e Scott não apareceram no Ritz em um entardecer florido para bebericar um martini?

    Beijo

    ResponderExcluir
  14. PS: não li (ainda) o livro, mas já gostei e recomendo. Parabéns pela publicação.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi Jens, o que um ser humano cansado aos quatro minutos do dia seguinte faz com um comentario desses? Muito obrigada amigo!!! Pela leitura atenta, pela poesia de Vinicios musicada por TOquinho suponho e essa por incrivel que pareça, nao conhecia ainda. Obrigada tb por compartilhar da historia de verdade, do casal em Paris. Como voce acrescenta com o teu olhar. Genial. Paris tem sua magica sim, e cada vez que vou a cidade ( tenho uma irmã morando ali, o que facilita um tanto) sinto essa paixao pela vida. Isso nao cessa, ainda bem.
      Além de nao ter encontrado com esses personagens- bem que gostaria- no retrazado estudei no Ritz( gastronomia) e nao tive a capacidade de entrar no bar que leva o nome de Hemingway, nem que fosse para reverenciar sua memoria, ou por pura curiosidade. Fazia calor e eu sempre apressada...Quem sabe na proxima?!!! Bjos amigo, valeu!!!

      Excluir
  15. PS final: não te localizei no FB. Estou lá sob o codinome de José Nunes da Silva. Sou o sujeito de chapéu. O adress é j.nunessilva@gmail.com

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. É que me localizar ali é realmente estranho, mas estou na lista da Luma por exemplo. Vou ver se acho voce com esse "nick".
      Obrigada tb pela recomendação do meu livro. Estou toda feliz de ter um livro...

      Excluir
  16. Penso que onde há amor, não existe tempo, nem questionamentos para definir se é bom ou ruim.Se os dois se gostam, se amam, se curtam...basta seguir em frente...
    Paz e bem
    Participo da BC
    Gostei e fiquei!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Ah que bom que voce ficou Bel!!! Vou ver sua participaçao tb. A Luma tem um trabalhao e no final a gente curte conhecer pessoas tao bacanas, com ideias bonitas, com afinidades. Penso como voce. O ideal é conseguir essa entrega.
      Um beijo e obrigada pela visita e pelo comentario.
      Cam

      Excluir
  17. Oi Camille,
    também não ligo para diferença de idades. Depois do meu 1ºcasamento, namorei um rapaz que era mais novo que eu 7 anos e foi maravilhoso. A nivel de maturidade estáva tudo lá. O homem mais maturo que conheci em toda a minha vida. Mas o problema era a estágio de vida diferenciada em que nos encontravamos. Ele estáva terminando Mestrado, dependia dos pais financeiramente e foi fazer MBA, 2 anos fora de Portugal. Além disso o questionamento vinha da parte dos pais dele que achavam que eu estáva dando o golpe do baú! Uma divorciada com uma filha, que é que ela quer???
    Bom, adiante! Concordo que não devemos travar o fluir da vida com questionamentos, mas devemos questionar qual o ponto em que não dá mais para continuar na mesma estrada.
    Grata por ter você conosco nesta coletiva.
    Se quiser conferir a chamada para a 5ªfase, a equipe que organiza a BCAP já postou no dia 17.
    Beijo além-mar.
    Rute

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Tem razão Rute, descobrir a hora em que a coisa não está mais dando certo e sair com honestidade e serenidade é tudo de bom. Agora a moça estava dando o golpe do baú? É até um elogio em certos casos, hehehehehe. Que cabeça deses pais nao é?
      Quanto a postagem coletiva parabens para voces pela iniciativa.
      Beijos daqui, sem mar, heheheh(SP)
      Cam

      Excluir
  18. Agora estou relendo esses comentarios e me comovo de verdade com esses amigos lindos, virtuais por acaso, por que ainda nao nos encontramos todos, mas muito reais. Nao tinha lido teu comment Luma. Tua mãe foi mesmo muito corajosa, e devia ter uma saude de ferro. Que bom que ela ainda colocou a raspinha do tacho no mundo. Você, nossa querida,
    Super beijos, amanha vou participar do book crossing. Ih... uma historia que nessa postagem aqui, esta láaaa no futuro:)

    ResponderExcluir


COMENTE, DÊ A SUA OPINIÃO. Você é a pessoa mais importante para quem escreve um blog: aquela que lê, que gosta ou não gosta, e DIALOGA.
Bem vindas. Bem vindos. Você pode comentar, escrever seu nome e para facilitar, clicar na opção "anonimo", ou pode se inscrever e comentar. Acho a opção, que se coloca o nome e uma forma de contato, + a opçao anonimo, VALIDA. Grata e aguardo seu comentário.